uma polida, senhor?
Saí mais cedo de casa hoje (assim como em todos os outros dias, por motivos que não cabem aqui hahaha) e aproveitei para trocar a pilha do meu relógio, que estava empoeirado na gaveta do criado-mudo há meses, por pura preguiça de comprar uma pilha.
Encontrei uma banquinha, mostrei meu relógio e perguntei se eles trocavam a pilha. O homem afobado pegou meu relógio, levou até a cabine dele e me deixou plantado uns 10 minutos até voltar com o aparelho renovado e funcionado! Acho um absurdo!
Tudo bem que eu não posso reclamar. É melhor do que se ele tivesse voltado com um relógio em dois ou três pedaços e uma cara de criança-que-derramou-tinta-guache-no-tapete-da-mãe. Mas eu tenho o direito de querer fazer pesquisa de preços, ora! Ainda mais que, enquanto eu esperava, pude notar um senhor com cara de bunda, me olhando de uma outra barraquinha a 20 metros daquela, com os dizeres "trocamos pilhas de relógio". Aposto que era mais barato!
Mas eu nem posso reclamar porque o homem que trocou a pilha foi muito simpático e até me indicou uma assistência autorizada em que eu poderia polir o acrílico do relógio que está arranhado. Só que aí é outra história, porque ele me disse o nome da rua e eu fiquei com vergonha de dizer que não sabia onde ficava. Fiz cara de sei-onde-fica-estou-indo-agora-mesmo-lá e corri pro computador mais próximo pedir ajudar ao meu deus Google.
Segunda-feira passo lá!

